DIA MUNDIAL DO LIVRO 2026 O BARÃO, uma peça de teatro de Luís de Sttau Monteiro. 1964.
A Sociedade Martins Sarmento manifesta o seu profundo pesar pelo falecimento do Professor Joaquim António Salgado Almeida, sócio n.º 75 desta Instituição, na qual tinha sido admitido em 1988, pela Direção então presidida pelo Dr. Manuel Bernardino de Araújo Abreu.
Professor e artista, Joaquim António Salgado de Almeida foi uma figura de referência na vida cultural e cívica da cidade, influenciando várias gerações através da sua atividade docente e do seu olhar singular sobre a identidade e o património vimaranense. Foi um sócio ativo da Sociedade Martins Sarmento, colaborando generosamente com várias publicações desta Instituição.
A Direção da Sociedade Martins Sarmento expressa homenagem e pesar pelo falecimento deste seu ilustre associado e apresenta a toda a sua Família sentidas condolências.
A Direção da SMS
A Sociedade Martins Sarmento manifesta o seu profundo pesar pelo falecimento do Professor Wladimir Augusto Correia Brito, sócio n.º 92 desta Instituição, na qual tinha sido admitido em 1990, pela Direção então presidida pelo Dr. Santos Simões.
Foi um ativo sócio da Sociedade Martins Sarmento, com uma presença assídua na Instituição. Atualmente, colaborava no programa de comemoração dos 50 anos da Constituição de 1976.
Jurista de notável projeção no espaço lusófono e figura incontornável do Direito Internacional Público em Portugal, doutorou-se em Direito na Universidade de Coimbra e foi Professor Catedrático na Escola de Direito da Universidade do Minho, onde recentemente foi homenageado pela sua carreira e pelo seu contributo para a afirmação da Escola de Direito. Foi o principal redator da Constituição de Cabo Verde em 1992 e desempenhou funções de referência em instituições académicas, científicas e internacionais, incluindo a lista de Conciliadores das Nações Unidas.
A Direção da Sociedade Martins Sarmento expressa homenagem e pesar pelo falecimento deste seu ilustre associado e apresenta a toda a sua Família sentidas condolências.
A Direção da SMS
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RAUL BRANDÃO NASCEU || 12 março
“(…) os intelectos mais educados na compostura clássica e mais abertos às vozes da sabedoria antiga, consideram-no ainda o autor predileto; de nenhum poeta latino, como de Horácio, tantos versos foram elevados à notoriedade e à difusão do provérbio. Embora o seu fascínio emane, muitas vezes, mais do conteúdo moral da sua obra do que das suas qualidades artísticas, e suscite mais uma ressonância humana do que uma verdadeira emoção estética, no entanto, ele permanece, até ao presente, para muitíssimas almas, o mais seguro mestre de vida, a quem se volta com assídua simpatia, até em razão da sugestão contida nos seus versos sóbrios e densos de conceitos” (Ettore Paratore, 1987).
O livro de Horácio, existente na Biblioteca da Sociedade Martins Sarmento, reúne os trabalhos que constituem as designadas “Odes”, “Epodos”, “Carmen saeculare”, “Arte poética”, “Sátiras” e “Epístolas”, seguidos dos comentários de quatro estudiosos clássicos – Pseudo-Acro, Pomponius Porphyrio, Christophorus Landinus e Antonius Mancinellus.
Muito sumariamente, e segundo alguns investigadores horacianos, é nos “Epodos” que o escritor dá a conhecer o seu talento literário. Nestes textos, Horácio faz a crítica social e política do seu tempo, assim como refere a ternura e a serenidade que o dia-a-dia no campo proporciona. Nas “Odes”, destaca-se a especial feição poética (linguagem e técnica) do autor. Organizadas em quatro livros, Horácio versa sobre os homens da política, e suas respetivas conquistas, glorifica os deuses, elogia os seus amigos, recorda lugares que lhe despertaram interesse e alimentaram a sua criatividade literária. Nas “Sátiras”, escritos organizados em dois livros, o escritor perpassa vários aspetos da sociedade do seu tempo e da sua própria vida. Temas como gastronomia e literatura, perspetivas literárias, morais e filosóficas, observações sobre o quotidiano e as figuras que o povoam, são, em variados momentos, interpolados com pormenores da experiência pessoal de Horácio. É neste último aspeto que alguns investigadores particularizam o escritor latino, considerando o autor que, na sua obra, mais elementos autobiográficos oferece aos leitores. Em “Carmen saeculare”, hino escrito a pedido de Augusto e dedicado a Apolo e Diana, Horácio constrói um texto de louvor a Roma e faz destacar o alcance administrativo do imperador Augusto. Nas “Epístolas”, o escritor reflete sobre o lugar e a função do poeta e da poesia na sociedade, sobre os seus conhecimentos sobre o estilo poético e sobre as suas composições literários. É neste grupo de escritos que se inscreve, uma das mais conhecidas produções literárias de Horácio, a “Arte poética” ou “Epístola aos Pisões”. É considerada, uma espécie de teoria da arte. O escritor debruça-se sobre os princípios da poesia, da construção poética e da formação do poeta, entre outros aspetos.
Os académicos que se têm dedicado aos estudos dos textos de Horácio, destacam as particularidades dos seus trabalhos – a construção poética e as ideias filosóficas que explora – e reconhecem a marcada influência que incutiu na cultura europeia. A “poesia desafiante, desde logo pela abstração sintética do latim em que foi composta” (Frederico Lourenço, 2023), influenciou destacadas figuras das letras. Em Portugal, a marca da escrita de Horácio é assinalada em Luís de Camões e Fernando Pessoa.
Rosado Fernandes (2012), referindo-se ao talento literário de Horácio, destacou que:
“A obra poética que nos deixou é o reflexo da sua personalidade equilibrada, sem ser demasiado satisfeita, do seu carácter ambicioso, sem que por isso fosse possuído por eterno descontentamento. Combinava um bom gosto muito seu, uma ironia prazenteira e um labor incansável, com os resultados da sua experiência poética, com a leitura da poesia grega e romana e com os conhecimentos teóricos que aprendera na escola de Orbílio, nas escolas de Atenas e nos estudos que fez pela vida fora. Desta sorte, a sua obra – em que a τέχνη (ars) grega se combina admiravelmente com o ltalum focetum e com a ironia que ao poeta era peculiar –, ainda que apresente certa diversidade, não deixa de estar unida interiormente pelo seu equilíbrio e bom senso estético”.
O professor Frederico Lourenço (2023) lembra, ainda, que expressões como carpe diem, “juntar o útil ao agradável”, in medias res e “elefante branco”, saíram da obra do escritor latino.
O livro da Biblioteca da Sociedade Martins Sarmento pertenceu a António Alentor, e integra o Fundo de Livro Antigo, nomeadamente o classificado como livro raro. Esta edição dos textos horacianos, antecedidos por uma “carta-dedicatória” ao humanista italiano Julius Pomponius, possui uma observação sobre a obra e uma nota biográfica sobre o escritor romano, ambas da autoria do pedagogo Antonius Mancinellus. Apresenta, também, um poema do poeta e humanista italiano Domitius Palladius, assim como reune as considerações de quatro estudiosos latinos do séc. XV, cujas entradas são identificadas ao longo do texto. Exibe várias capitulares decoradas e possui mais de duas dezenas de ilustrações. Segundo alguns investigadores, os livros desta publicação de 1505, terão sido a primeira edição ilustrada a ser impressa em Itália. As imagens – xilogravuras – integradas na obra foram, algumas delas, elaboradas especialmente para esta edição; outras já tinham sido publicadas em obras anteriores, como na “Biblia vulgare istoriata” (1490) e no livro de Titus Livius, “Ab urbe condita” (1493).
O exemplar da Sociedade Martins Sarmento está incompleto, faltando a folha de rosto, as folhas 81, 113, 265, 266 e 3 folhas com o “Index” e “Registrum”. A encadernação é posterior à edição do livro, sendo constituída por pastas de cartão revestidas a couro; a lombada apresenta quatro nervos e cinco casas. Na segunda casa exibe um rótulo castanho com o nome do autor, gravado com ferros dourados. As restantes casas são decoradas a ouro, com motivos florais. Para a descrição bibliográfica foi tomado como referência o exemplar existente na biblioteca de Munique – Bayerische Staatsbibliothek –, cujo exemplar, acessível digitalmente, apresenta caraterísticas físicas e tipográficas semelhantes.
No âmbito do programa “Um mês, uma peça”, o livro de Horácio – Horatii Flacci lyrici poetae opera. Cum quatuor comentariis: & figuris nup additis – estará em exposição, na sede da Sociedade Martins Sarmento, durante o mês de fevereiro. Esta obra encontra-se descrita no Catálogo Digital da Biblioteca, podendo, também, ser consultada no Arquivo Digital.
Sessão de Apresentação
Sala de Leitura da SMS
31 JAN, 15h30
LANÇAMENTO DO VOL. 134/135
REVISTA DE GUIMARÃES
A
Revista de Guimarães é uma publicação da Sociedade Martins Sarmento,
editada desde 1884, sendo uma das mais antigas publicações periódicas
portuguesas em atividade e uma referência na cultura portuguesa
contemporânea.
Ao longo da sua existência a Revista de Guimarães tem
acolhido trabalhos nas mais diversas áreas de especialidade, com maior
foco na área das Ciências Sociais e Humanas, nomeadamente da Arqueologia
e da História. A apresentação deste volume estará a cargo do professor
Francisco Azevedo Mendes.
Francisco Azevedo Mendes, professor
auxiliar no Departamento de História do Instituto de Ciências Sociais da
Universidade do Minho, onde leciona Teoria da História. É membro do
Lab2PT (Laboratório de Paisagens, Património e Território) e do IN2PAST
(Laboratório Associado para a Investigação e Inovação em Património,
Artes, Sustentabilidade e Território).
Presépio de figurado de Barcelos
Super Categoria Etnologia
Categoria Artes plásticas
Subcategoria Olaria figurativa
Nº Inventário ET-0463
Denominação Presépio de figurado de Barcelos
Autor Domingos Gonçalves Lima - "Mistério"
Cronologia 1965
Fabrico/ Marca Oficina do Oleiro "Mistério", Galegos Santa Maria, Barcelos
Tema Religião
Técnica Moldagem - Modelagem
Marca Assinado na base, lado direito "MISTÉRIO"
Matéria Barro branco, arame e tintas multicolores
Dimensões 28 x 31 x 22,5 cm
Incorporação Oferta de Margarida Rosa Cassola Ribeiro em 30 de Março 1971.
Descrição: A obra mostra uma representação artesanal do Presépio de Natal.
O presépio retrata o nascimento de Jesus e inclui figuras como a Sagrada Família; os três Reis Magos; os animais; o Anjo e estrela.
São José - Figura de barro representando S. José ajoelhado, envolvido numa veste azul-turquesa pregueada, que se cruza com manto amarelo ocre, que lhe cobrem todo o corpo. O manto apresenta-se franjado, com as franjas incisas e pintadas de dourado. O braço direito, encontra-se arqueado, com a mão direita fechada, empunhando um cajado, enquanto leva à cara a mão esquerda aberta. A cabeça tem cabelo grisalho, riscado com incisões. O rosto está coberto por bigodes e barba cinzenta. As orelhas são salientes, com o ouvido marcado, os olhos duas ovais incisas com um ponto negro central, o nariz é proeminente, triangular, com uma placa semicircular horizontal que as narinas perfuram, sendo a boca uma incisão horizontal com o interior pintado a vermelho. Apresenta uma auréola circular no topo da cabeça, dourada, recortada nos bordos, enfeitada com incisões circulares, e linhas retas e oblíquas. O cajado é composto de uma haste feita com um segmento de arame pintado de amarelo.
Nossa Senhora - Figura de barro representando Nossa Senhora, ajoelhada, com a cabeça coberta por um véu branco, veste uma túnica branca pregueada, adornada com linhas verticais douradas. As mãos sobressaem da túnica branca, cruzadas. O rosto é afilado, com o queixo apontado. Por baixo do véu, pequenas incisões figuram os cabelos em franja. Os olhos são duas incisões ovais perfuradas com um ponto negro ao centro, o nariz é saliente, triangular, com as narinas perfuradas, sendo a boca uma incisão horizontal, com os lábios salientes e o interior pintado de vermelho. Apresenta uma auréola circular dourada no topo da cabeça, recortada nos bordos, enfeitada com incisões circulares e linhas retas e oblíquas.
Menino Jesus - Figura de barro representando o Menino Jesus deitado sobre palhinhas. Estas são feitas com segmentos tubulares dispostos verticalmente, apoiados sobre outros segmentos, dispostos paralela e horizontalmente. O menino encontra-se deitado, com o corpo despido, as pernas esticadas, os pés com os dedos marcados, uma perfuração figurando o umbigo, de braços abertos ao alto. No rosto as orelhas são salientes, os olhos são duas incisões ovais e um ponto negro perfurado no centro, o nariz é proeminente, de forma triangular, com as duas narinas perfuradas. São visíveis as bochechas e o queixo, e a boca com o interior vermelho. O cabelo é escuro, com incisões.
Reis Magos - Três figuras com coroas, recortadas nos bordos, vestes coloridas e presentes simbólicos.
Vaca deitada - Figura de barro representando uma vaca deitada , de cor castanha-ocre. O corpo do animal, é semicilíndrico, sendo as coxas traseiras e dianteiras, de ambos os lados, marcadas com incisões profundas, salientando as patas encostadas ao corpo e os cascos pintados de negro. Uma comprida cauda negra, rodeia a pata traseira. O pescoço está levantado, sendo ladeado por uma fileira de incisões pintadas de negro. A cabeça apresenta dois cornos paralelos recurvados e pontiagudos, pintados a branco com a ponta negra. Por baixo as orelhas aparecem espetadas, ovais. Os olhos são ovais, grandes, incisos, brancos com um ponto negro perfurado ao centro. O focinho saliente tem a forma cilíndrica, com duas perfurações na ponta figurando as narinas e a boca aberta, pintada de vermelho no interior.
Burro deitado - Figura de barro representando um burro deitado de cor cinzenta. O corpo do animal, é semicilíndrico. O pescoço é cónico, com um dos seus lados coberto por incisões sucessivas, negras, figurando a crina. No topo da cabeça, as orelhas triangulares apontam para cima, sendo o interior oco e pintado de cinzento. Dispostos lateralmente, os olhos são ovais, grandes, incisos, brancos com um ponto negro perfurado ao centro. O focinho saliente tem a forma cilíndrica, com duas perfurações na ponta figurando as narinas e a boca aberta, pintada de vermelho no interior.
Anjo e Estrela: Um anjo a flutuar acima das figuras e uma grande estrela dourada no topo do presépio, simbolizando a Estrela de Belém.
Galo: Na tradição cristã, é o responsável pelo despertar das alvoradas "o galo cantou à meia-noite do nascimento de Jesus".
Cenário: A cena está montada sob um arco azul claro decorado com estrelas e bordas triangulares, recortadas e douradas.
Origem/Historial Faz parte da série de objetos de artesanato popular, que pertenciam à coleção particular da senhora D. Margarida Ribeiro (1911-2001), que doou à Sociedade Martins Sarmento entre 1969 e 1971, composta por 47 objetos de diferentes regiões do país, na sua maioria de Estremoz e Barcelos.
Autor Domingos Gonçalves Lima nasceu a 29 de Agosto de 1921 em Galegos São Martinho. Filho de mãe solteira, a trabalhar em Espanha, foi criado pela avó, Rosa Gonçalves Lima. Conta que a alcunha "Mistério" lhe tinha sido dada por ser uma criança débil, e os vizinhos dizerem ser um mistério ter sobrevivido. Aprendeu a fazer figurado com a avó, bonequeira, que o vendia na feira semanal de Barcelos. Inicialmente, fazia coisas simples, juntamente com a sua avó, para vender. Aos 12 anos, as suas peças já revelavam algum domínio da técnica do figurado de barro. Abordava temas do quotidiano rural, representando matanças do porco, juntas de bois e animais diversos. Por influência de uma educação profundamente religiosa, reproduziu esta temática nas alminhas, santos populares, presépios, Reis Magos, Ceias, Nascimento e Morte de Jesus. Devido às características das suas peças, sempre com um toque de humor, é bem aceite pelo público que o conhece pela alcunha de "Mistério", nome com que assina as peças. Casou-se com Virgínia Esteves Coelho (1924-2013), de quem teve doze filhos. Passou a vender por conta própria, mercadoria que comprava nas fábricas e peças a molde que fabricava com a mulher. Na década de 60 a notoriedade de Rosa Ramalho trouxe novo valor ao figurado feito à mão, que passou a ser vendido, já não como brinquedo de criança, mas como criação individual, peça única, para uma clientela urbana que procura o artigo em casa do artesão. Surgem as Feiras de Artesanato, no Estoril, em Belém, no Porto, Mercado Ferreira Borges, em Vila do Conde, onde os artesões expõem o figurado e trabalham ao vivo. "Mistério" cria um tipo de figuras com características próprias, de grandes orelhas, narizes desmesurados, olhos salientes. Sempre com um toque de humor, satiriza, cria Diabos a quem juntou a companheira e a família, a diaba e os pequenos diabinhos. Atento, reproduz cenas do quotidiano de trabalho e festa, figuras em atividades rurais. Recria o bestiário, galos, ouriços, figuras híbridas, fantásticas. Distingue-se nas cenas religiosas, as procissões de vários altares e numerosos participantes, as Alminhas em que põe padres e bispos no Inferno, no candelabro para sete velas, uma menorah que celebra o nascimento e a morte de Jesus, na Última Ceia, nos diversos tipos de presépios. Era a sua mulher Virgínia que pinta as figuras, acompanhando o gosto pela sátira do marido com as suas cores vivas, primárias, e a indiferença pelo realismo, roçando uma espécie de absurdo alegre - os Reis Magos de calças ou camisas cor-de-rosa vivo, São José de túnica azul-turquesa, cores que se tornaram igualmente uma das características definidoras do figurado de "Mistério".
Ganhou o primeiro prémio no III Salão de Artesanato do Casino Estoril com a peça Procissão Minhota, em 1983. Domingos "Mistério" morre em 1995. Os seus filhos Francisco e Manuel, que sempre trabalharam com o pai, continuam a sua obra, acrescentando novas criações aos modelos do pai e assinam as peças por "Mistério Filho F." e "Mistério Filho M."
Bibliografia
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- CARNEIRO, Eugénio Lapa (1962). Donde vem a confusão entre louças do Prado e louças de Barcelos. Barcelos.
- CEARTE. (2014). Caderno de Especificações para a Certificação. Câmara Municipal de Barcelos. [https://www.cearte.pt/public/media.501711554/files/gpao/191_CE_Figurado-Barcelos_20191127.pdf]
- CORREIA, Ana Rita Oliveira (2021). Bonecos, Coleção e Museu. O Figurado de Barcelos pelas mãos de Sellés Paes. Vol. I. Dissertação de Mestrado. Faculdade de Letras da Universidade do Porto.
- CORREIA, João Macedo (1965). As Louças de Barcelos. Cadernos de etnografia, nº 4. Barcelos: Oficinas Gráficas da Companhia Editora do Minho.
- JÚNIOR, J. R. Santos, Bonecos de Barro (1940). «Vida e Arte do Povo Português», Lisboa.
- PEIXOTO, Rocha (1966). As Olarias de Prado: Cadernos de Etnografia, nº 7, Museu Regional de Cerâmica.
- RIOS, Conceição (2006). Figurado de Barcelos: Desenhos de Barro. Câmara Municipal de Barcelos: Museu de Olaria
- REINA, Carina; MOSCOVO, Patrícia (2010). Variações sobre um tema: Figurado Barcelense: de Rocha Peixoto a Rosa Ramalho. «Boletim Cultural Póvoa de Varzim», 44, 7-45.
- Sociedade Martins Sarmento (1995). Exposição inventário de artesanato: olaria popular [catálogo].
- VILLAS BOAS, Joaquim Sellés Paes (1948). Notas de Cerâmica Popular III. O Vocabulário dos Oleiros de Barcelos in Separata do Vol. III de Ethnos, Lisboa