Efemérides vimaranenses: 18 de Setembro

O Pontilhão de Caldelas, numa fotografia da década de 1930
Algumas das efemérides vimaranenses deste dia, coligidas por João Lopes de Faria:
1571 — Tendo a Câmara feito acordo, proibindo que os que vendessem vinho também vendessem azeite juntamente numa casa: Salvador Lopes agravou perante a Alçada enviada às terras desde o Tejo a raia da Galiza. A Câmara diz fazer isto pelo perigo de sujidade que havia e por o povo se queixar e haver idêntica postura nas outras vilas e cidades. Foi dada no Porto, pela Alçada e neste dia 18 de Setembro de 1571 sentença mandando observar a postura em relação ao agravante só findo o ano em que tem a obriga já passada pela Câmara.
1619 — A Câmara atendendo a queixa dos moradores das ruas Sapateira e Nova do Muro, de que tinham dois poços entupidos e muitas pedras das bordas quebradas, ameaçando perigo para as crianças, delibera que sejam tapados de todo.
1658 — Carta do Conde de Castelo Melhor, do Castelo de S. Jorge, solicitando remessa de toda a gente desta vila, assim auxiliares como da ordenança e ainda os clérigos à praça de Vila Nova (?), para resistir ao inimigo que venceu as nossas tropas perto da torre de Nogueira que está no caminho de Vila Nova para o quartel de S. Jorge.
1811 — Em sessão de Câmara, sendo posto a lanços o conserto do pontilhão de Cadelas, conforme os apontamentos dados, foi o menor lanço 6$000 réis oferecido por Baltazar Fontão, mestre pedreiro, de S. Tomé de Caldelas, que se obrigou dá-lo pronto de pedraria e aprontar as cavilhas de ferro precisas para a devida segurança.
1823 — Na idade de 99 anos faleceu um serviçal, preto, de Gaspar Leite, do Cano, chamado Joaquim António. Foi sepultado na igreja dos Capuchos.
1842 — “De madrugada choveu bastante, o que não tinha acontecido já à bastante tempo, sendo este verão muito seco. Os rios levavam tão pouca água que até no rio Ave pouco pão de podia moer, sendo preciso andar atrás dos moleiros muito tempo para aprontar as fornadas. A seca foi tão grande que fez secar muitas árvores”. P.L.
1845 — Neste dia e dois seguintes houveram Preces na Colegiada para Deus Nosso Senhor dar sol; pois já à bastante tempo que haviam continuadas chuvas, estando as colheitas muito atrasadas. P.L.
1846 — “Morreu nesta vila e nas casas das Lamelas, Jerónimo Pacheco, comendador da Ordem de Cristo, natural do Porto, e sobrinho da defunta D. Maria Leonor, que morou no Terreiro de Santa Clara. Poucas horas antes do seu falecimento recebeu uma mulher chamada Teresa, que tinha há anos na sua companhia e com quem tinha tido tratos ilícitos: Foi depositado no dia seguinte, sem pompa alguma, na igreja
1895 — O escrivão de fazenda da Póvoa de Lanhoso veio fazer entrega dos documentos relativos à freguesia de Garfe, que passara para o concelho de Guimarães.
1898 — A igreja
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