31 março, 2026

Divulgação dos resultados - 5ª Edição "Guimarães: Expedição Fotográfica" | Prémio Fotografia Martins Sarmento

1º PRÉMIO
“Raio de Luz” (Bosque do Carvalhal, Guardizela) de Paulo Castro

2º PRÉMIO
“Equilibradores Ecológicos” (Creixomil) de Anabela da Silva Ramos

3º PRÉMIO
“Pastoreio de Betão” (Rua de Mouril, Silvares) de Filipe Salgado
 
MENÇÃO HONROSA
“Água, Passado e Legado” de Ana Rodrigues
 
 
PAULO CASTRO vence a 5ª edição "Guimarães: Expedição Fotográfica" | Prémio Fotografia Martins Sarmento 

Os finalistas desta edição do prémio são com o 1º prémio - “Raio de Luz” de Paulo Castro (Guardizela, Guimarães), 2º prémio - “Equilibradores Ecológicos” de Anabela da Silva Ramos (Guimarães) e 3º prémio - “Pastoreio de Betão” de Filipe Salgado (Guimarães), cujas obras inéditas estarão expostas de 18 de abril a 10 de maio na Galeria de Exposições da Sociedade Martins Sarmento, no âmbito do galardão. Recebe ainda a Menção Honrosa “Água, Passado e Legado” de Ana Rodrigues (Joane, Famalicão).
A 5ª edição do concurso de fotografia "Guimarães – Expedição fotográfica" é uma iniciativa da Sociedade Martins Sarmento em colaboração com o Cineclube de Guimarães – Secção de Fotografia e o Laboratório da Paisagem, contando com os apoios do Centro Português de Fotografia, Fotografia Portugal, Raiz Carisma e Dreambooks.
Os trabalhos foram avaliados por um júri constituído por Manuel Fernandes, diretor da Sociedade Martins Sarmento (SMS); Miguel Oliveira, fotógrafo e membro do Cineclube de Guimarães; Carlos Ribeiro, Diretor do Laboratório da Paisagem e Patrícia Aguiar, técnica superior da SMS.
O Prémio de Fotografia Martins Sarmento foi lançado em 2016 com o objetivo sobretudo de constituir um processo de recolha e atualização de espólio fotográfico, estimulando os fotógrafos a procurarem objetos e visões que a si próprios se identifiquem e que eles próprios identifiquem em Guimarães - todo o concelho.
Nesta 5ª edição a Sociedade Martins Sarmento associou-se ao desígnio da Capital Verde Europeia 2026, título atribuído a Guimarães pela Comissão Europeia, tendo o concurso fotográfico sido dedicado ao tema – ambiente – onde foi pedido aos participantes que procurassem perspetivas críticas sobre a natureza que nos rodeia. Eram bem-vindos registos fotográficos motivados pela transformação acelerada da paisagem, denunciando incoerências no usufruto do território, que urge resolver, sem menosprezar o registo dos modos pelos quais a natureza se insinua entre nós, adaptando-se às situações mais inesperadas, numa poética de coexistência. Participaram 32 candidatos com um total de 92 fotografias a concurso.
A cerimónia de entrega dos Prémios e diplomas de participação do Concurso de Fotografia “Guimarães: Expedição Fotográfica”, terá lugar no próximo dia 18 de abril, pelas 16h00, seguida da inauguração da exposição das fotografias dos trabalhos vencedores e de todos os participantes do concurso, a qual estará patente de 18 de abril a 10 de maio de 2026 na Galeria de Exposições da Sociedade Martins Sarmento, de terça a domingo das 10h00 às 12h30 e das 14h30 às 17h30.



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12 março, 2026

RAUL BRANDÃO NASCEU || 12 março


 

RAUL BRANDÃO NASCEU || 12 março

A Sociedade Martins Sarmento comemora mais um aniversário de Raul Brandão, nascido na Foz do Douro (Porto), a 12 de março de 1867. O escritor viveu em Lisboa e em Guimarães, na Casa do Alto, “o cantinho rústico”, onde escreveu uma parte significativa da sua obra literária.


Este ano revisitamos a obra “A morte do palhaço e o mistério da árvore”, editada em 1926. Segundo os investigadores brandonianos, este livro é uma espécie de reescrita/ refundição do livro da juventude, “História dum palhaço. (A vida e o diário de K. Maurício)”, que denota marcadas variações estilísticas e de estrutura. Como observa João Pedro de Andrade (1963), enquanto a primeira edição se caracterizava por uma escrita “instintiva, desalinhada, caótica”, na segunda edição o autor “Quis arranjar, compor, arrumar devidamente uma criação de delírio, e tirou a espontaneidade a um depoimento que surgira no momento próprio”.


Os escritos que compõem a obra foram sendo parcialmente publicados, entre 1894 e 1895, em vários periódicos da época, na “Revista d'hoje”, no “Correio da manhã” e na revista “O micróbio”, refletindo, como aponta Vitor Viçoso (2021), “o modo dispersivo como o autor exercia por esta época a sua atividade literária (…) dando a entender que Raul Brandão, para satisfazer as solicitações editoriais a que era sujeito, recorria aleatoriamente aos seus esboços visionários”.


A edição de 1926, com ilustrações de Martinho da Fonseca, está organizada em quatro partes, “K. Maurício”, “A morte do palhaço” (subdividida em “A casa de hóspedes”, “Halwain”, “Camélia”, “Sonho e realidade” e “Última farsa”), “Diário de K. Maurício” e “Os seus papéis” (composta pelos contos “A luz não se extingue”, “O mistério da árvore”, “Primavera abortada” e “Santa Eponina”). “A morte do palhaço e o mistério da árvore” é uma composição literária povoada por diversas personagens – K. Maurício, o Doido, o Anarquista, o Gregório, o Palhaço, o Poeta, o Pita e a Velha –, através das quais Raul Brandão reflete sobre a realidade e o sonho, sobre os que se encontram na “periferia da vida” e vivem do sonho.


Lendo Raul Brandão de “A morte do palhaço e o mistério da árvore” (1926, p. 32-38):


“Na noite acarvoada, as névoas empastavam-se, com feixes macabros de luar, o vale a repercutir agora as risadas do violino, a Catedral duma imobilidade acusadora no alto. E, esguio, K. Maurício evocava uma planície rasa, sem árvores, duma única cor monótona, onde como um rebanho, nessa claridade de agonia, passavam, com olhares de desespero, os grotescos, os sonhadores e os doentes…


Ninguém bolia. Que quimera dolorosa, com espirros escarlates de sonho, lhes incendiava as almas, chuva de estrelas cadentes na noite negra e funda! Cada um se punha para o seu lado a sonhar e aquilo quase os aureolava, aos pobres, todos eles grotescos, doentes e tímidos! Cada um se agasalhava com a púrpura daquela quimera, e puxava a si, dedos afiados e sequiosos de gozo, os restos enlameados do seu próprio sonho. Era um bando que se sumia no negrume e a que o negrume dava relevo e mistério – o bando de espectros que o seguiam como sombras.


A música do homem do violino corria com o luar e dizia-lhes tudo o que eles não sabiam exprimir: o mal da vida, a dor inquieta que por vezes, sem causa, lhes premia o coração, o que era a morte, a ambição e o amor. O espectro duma oliveira torcia-se, esvaída da dor que o violino espalhava. E encolhidos, de olhares extáticos e arrepios de febre, punham-se a pensar: Que mal excecional é este de viver? E porque é que tanta criatura que sofre, crava as unhas desesperadas na vida, sem a querer largar?...


Porque esta ânsia de querer viver a vida dura e egoísta ou, o que é pior, aborrecida? Os dias seguem-se aos dias, o sol não aquece, os amigos têm sempre a mesma cara e a mesma afeição, que afinal irrita e desespera. Cuidado, porém, em não a experimentar, se a gente quer ter ainda ilusões na alma! Todas as manhãs se acorda com um pedaço maior de secura e esta pergunta: para quê? para que vivo? para que nasce o sol, a água corre e as árvores continuam a ter flores a cada primavera que chega? Parece que já se assistiu a tudo, depois de a gente ter visto como todas as coisas são incompletas e diferentes do ideal que talhamos. Se tudo se sonhou, como não achar tudo pequeno e não ter em frente das sensações de perigo ou de prazer o – era só isto? – de espanto, que sobre cada uma repetimos, – únicas palavras que o tédio sabe dizer, depois da imaginação ter falado. A mesma coisa sempre, as mesmas caras, as mesmas emoções, as mesmas ideias remoídas, e também a mesma raivosa aspiração de ideal, a luta entre a lama e a alma, a sofreguidão inapaziguada de sonhar.


A vida é boa quando de todo se perdeu e se tem pena de não se ter vivido, como a água dum rio, depois de haver chegado ao mar, chora por não apanhar mais sol e banhar mais raízes de árvores. Custa a perdê-la, porque se tem sempre a esperança de se encontrar um lugar, um momento, em que se construa a quimera; custa a perdê-la, pelo que está fora dela – o Sonho. Como um tronco que arde e se extingue, tem-se pena de não se deitar mais labareda e de se não ser ainda brazido: por tudo o que se não realizou, por tudo o que se deixou fugir. Quando se morre, o que se debate ainda dentro em nós com fúria – é a quimera. O que me custa a deixar não é o corpo, é a alma inquieta. Com a morte agarrada a mim, porque é que cravo as unhas na vida, raivosamente? Porque quero sonhar, tirar das coisas, das árvores, da luz, das flores, materiais para ilusões. Ao que cada um se prende é às suas aspirações, às suas penas e não à matéria e ao corpo!...


Morrer é não sentir, não ver, não ouvir, e o que custa, não é perder tudo isto sempre igual, sempre a mesma coisa, deixar as pedras com que arquitetamos para além. Vede: a vida aborrece, mas cada um guarda no seu íntimo a secreta esperança de realizar não sei o quê... Muitas vezes nem se sabe... E se a ilusão cai por terra, morta e inerte, fica sempre a aspiração de sonhar, a raiva de tecer mais doirado...


As mesmas ações, as mesmas cores, direis vós... Cá fora é certo, mas dentro o cenário muda: o cenário está em brasa. Queres ser rei? queres vingar-te?... Sonha!”


O livro “A morte do palhaço e o mistério da árvore”, de Raul Brandão, estará em exposição, até 19 abril 2026, na Sala de Leitura, da Biblioteca da Sociedade Martins Sarmento.

 

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05 março, 2026

Festa Escolar 9 de março - Programa 2026

 

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02 março, 2026

UM MÊS, UMA PEÇA 2026 - Epígrafe de Caturo, filho de Viriato, da Citânia de Briteiros

 



UM MÊS, UMA PEÇA 2026 - Epígrafe de Caturo, filho de Viriato, da Citânia de Briteiros


Super Categoria Arqueologia
Categoria Epigrafia
Nº Inventário SMS-Epi-0007
Denominação Epígrafe de Caturo, filho de Viriato, da Citânia de Briteiros
Cronologia Século I d. C.
Matéria Granito
Dimensões 38 x 48 x 26 cm
Leitura
[C]aturo
Viriatis
Incorporação Coleção de Francisco Martins Sarmento
(descoberta em 1880).

Descrição e origem/historial

A peça que destacamos é um elemento em granito com uma inscrição latina numa das faces. É uma das várias epígrafes que integram o conjunto recolhido na Citânia de Briteiros, neste caso ainda no decorrer das campanhas de escavação promovidas por Francisco Martins Sarmento. Este elemento arquitetónico foi identificado em 3 de setembro de 1880, no decorrer da escavação de um dos bairros habitacionais da acrópole da Citânia. Curiosamente, o achado deu-se umas três semanas antes da visita à Citânia dos elementos que, vindos de Lisboa, participavam no Congresso Internacional promovido nesse ano.

Um detalhado croquis, feito por Sarmento no seu caderno de campo, permite-nos a localização da construção junto da qual apareceu. Estaria no derrube aparente de uma estrutura circular. No entanto, observando-se o local, este elemento podia ter integrado uma parede de uma casa redonda, de facto, mas é também possível que ele tenha caído da parede que delimita o conjunto doméstico, que aparenta identificar, da rua principal da acrópole. Pode ter feito parte de um lintel, mas, mais provavelmente, faria parte de uma ombreira. Embora se conheçam várias epígrafes localizadas no interior dos pátios de vários conjuntos familiares, é também possível que algumas assinalassem o nome de um proprietário, na porta que abria para uma rua pública.

A inscrição foi publicada por Sarmento, em 1884, no Boletim da Real Associação dos Architectos Civis e Archeólogos Portuguezes (atual AAP) e, desde então, foi sendo reproduzida em diferentes corpora das epígrafes identificadas na Citânia de Briteiros. É uma inscrição simples, que contém apenas dois nomes próprios, onde se lê "Caturo, (filho de) Viriato", depreendendo-se a filiação pela terminação do segundo nome. O primeiro nome identifica o proprietário da casa, o segundo será o nome do respetivo pai.

A "casa" em questão é, como nos outros espaços habitacionais da Citânia, um conjunto de casas, ou seja, um espaço delimitado por um muro perimetral, contendo três construções circulares, uma das quais com vestíbulo, e duas construções angulares contíguas. As portas destas estruturas abriam para um pátio central, onde a rocha-mãe foi aplanada para servir de pavimento. Vêem-se depois duas aberturas para a rua principal da acrópole da Citânia, das quais provavelmente apenas uma será original. Nas traseiras do conjunto, poucos metros abaixo, passa a primeira muralha.

Temos assim que Caturo (cujo nome por vezes também se traduz como "Caturão"), filho de Viriato, era um membro da aristocracia local, o que se depreende das características e localização da sua casa, bem como do recurso à escrita alfabética latina para se identificar. A inscrição está datada do século I d. C., mas a casa será mais antiga, posto que se trata de um conjunto mais característico da centúria anterior. As casas construídas na época em que esta epígrafe terá sido gravada, seguiam já o modelo da casa romana, apenas com compartimentos angulares e coberturas de tegula. Este misto de diferentes aspetos culturais e tecnológicos é muito comum nos castros da região, ao longo do século I.

Caturo e Viriato são nomes indígenas bastante comuns no território galaico-lusitano. O primeiro nome é mais comum em Briteiros, mas do nome Viriato, esta inscrição é caso único na Citânia.
Nos Elementos de un Atlas Antroponímico de la Hispania Antigua, de Jürgen Untermann (1965), temos uma ideia da dispersão geográfica destes dois nomes, entre o Noroeste de Portugal e a Estremadura espanhola, sugerindo afinidades linguísticas na Idade do Ferro, dentro deste vasto território do Ocidente da Ibéria.

Bibliografia

- ALBERTOS FIRMAT (1966): La onomástica personal primitiva de Hispania: Tarraconense y Bética. Salamanca: Consejo
Superior de Investigaciones Científicas (Theses et Studia Philologica Salmanticensia, vol. 13).
- CARDOZO, Mário (1985): Catálogo do Museu de Martins Sarmento. Secção de Epigrafia Latina e de escultura antiga,
Guimarães: Sociedade Martins Sarmento.
- GUIMARÃES, João (1901): Catálogo do Museu Archeologico. Revista de Guimarães, vol. 18 (1-2), pp. 38-72.
- LUJÁN MARTÍNEZ, Eugenio (2006): The Language(s) of the Callaeci. In ALBERRO, M. e ARNOLD, B. (eds.) - The Celts of the Iberian Peninsula, e-Keltoi, vol. 6, Milwaukee: Center for Celtic Studies, University of Wisconsin-Milwaukee, pp. 715-748.
- REDENTOR, Armando (2017): A Cultura epigráfica no Conventvs Bracaravgvstanvs (Pars Occidentalis). Percursos pela
sociedade brácara da época romana, Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra.
- SARMENTO, Francisco (1883-1884): Inscripções Inéditas. Boletim da Real Associação dos Architectos Civis e Archeólogos
Portuguezes. Lisboa, 2ª série. 4:4, 4:5 e 4:7, pp. 58-59, 69-70 e 105-106.
- SARMENTO, Francisco (1905): Materiaes para a Archeologia do Concelho de Guimarães. Citânia. Revista de Guimarães,
vol. 22 (3-4), pp. 97-123.
- UNTERMANN, Jürgen (1965): Elementos de un Atlas Antroponímico de la Hispania Antigua. Madrid: Consejo Superior de
Investigaciones Científicas, Instituto Español de Prehistoria.

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Citânia de Briteiros
41º 31' 35'' N
8º 18' 55'' W

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41º 31' 13'' N
8º 19' 31'' W

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