25 Novembro, 2009

Planta De Guimarães e de minimis 002: apresentação a 3 de Dezembro na SMS

Planta De Guimarães: pormenor da praça da Oliveira, Rua dos Mercadores e Rua Nova do Muro.

No próximo dia 3 de Dezembro, pelas 18.00, a Sociedade Martins Sarmento promove uma dupla apresentação: o lançamento do segundo número da colecção de minimis, Sherlock Holmes no Porto, de Donan Coyle [sic], e a edição da planta De Guimarães, a mais antiga representação da cidade, datada aproximadamente de 1569.
Depois de Uma Excursão ao Soajo em 1882, de Francisco Martins Sarmento e José Leite de Vasconcelos, a colecção de minimis – a edição de bolso da Sociedade Martins Sarmento – edita o seu segundo número: Sherlock Holmes no Porto. Da autoria de um tal de Donan Coyle, pseudónimo do ilustre vimaranense João de Meira, Sherlock Holmes no Porto, escrito em 1912, mostra-nos Holmes e Watson em acção no eléctrico em Paranhos, na Faculdade de Medicina e em vários cenários de um Porto londrino a desvendar o mistério de O Cadáver que se evade e O “Truc” de Mr. Raymond, as duas histórias que compõem esta série.
A colecção de minimis é dedicada a textos marginais, obras imperfeitas, peças acidentais e outros objectos avulsos de reduzidas dimensões, recolhidos nos salvados de autores consagrados, esquecidos e imprevistos. A colecção tem uma tiragem de 300 exemplares numerados, dos quais 250 são postos à venda.
A planta De Guimarães é, de todas as plantas da velha vila de Guimarães conhecidas, a mais antiga e a mais rigorosa. Datada, no respectivo inventário, de cerca de 1569, está traçada com assinalável rigor, acrescentando alguns contributos importantes para uma melhor compreensão do perfil urbano da cidade no passado e da sua evolução ao longo do tempo, introduzindo novos e relevantes elementos para o conhecimento da configuração da antiga Guimarães. A sua existência havia sido referida no último Congresso Histórico de Guimarães pelo Prof. Mário Gonçalves Fernandes.

Esta edição é uma reprodução fiel do original que actualmente se encontra na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro.
A entrada é livre e a presença bem-vinda.

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16 Novembro, 2009

Sherlock Holmes no Porto - Em Dezembro na SMS.

“ Um dia, porém, foi-me necessário vir ao Porto para salvar importantes valores comprometidos na falência da casa Tompson and C.o exportadora de vinhos. Perguntei a Sherlock Holmes se lhe não seria desagradável acompanhar-me.
- Pois vamos lá, dr. Watson, respondeu prontamente. Aí está uma boa oportunidade de ver que tal me dou com um clima do Sul.
Pode calcular-se o júbilo com que recebi a aquiescência de Holmes, não só pela boa companhia que me proporcionava, mas ainda pela certeza de que a sua saúde muito havia de lucrar com o passeio. A viagem dispôs magnificamente o meu amigo, e decerto os leitores se recordam de que, mal desembarcado, logo averiguou um caso de evasões do Aljube que tanta retumbância teve.”



Sherlock Holmes no Porto, de Donan Coyle (João de Meira). Colecção de minimis, nº 2, Ed. Sociedade Martins Sarmento, Guimarães, Dezembro de 2009.

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09 Novembro, 2009

Brevemente na SMS - de minimis 002 - Sherlock Holmes no Porto



- Falaremos nisso mais tarde, disse Holmes secamente. Agora preciso de aproveitar o resto da tarde indo ao Monte Pedral. Justamente acolá vem um carro para Paranhos. Espere-me em casa, e se o dr. Nunes aparecer peça-lhe o obséquio de demorar-se um pouco, que às seis horas estou de volta.
Sherlock Holmes no Porto é o título do segundo número da colecção de minimis, editada pela Sociedade Martins Sarmento. Escrito, em 1912, por Donan Coyle, pseudónimo de João de Meira, contém dois contos: O Cadáver que se evade e O "Truc" de Mr. Raymond.
Mais informações sobre a obra e a sua apresentação muito em breve.

A colecção de minimis é dedicada a textos marginais, obras imperfeitas, peças acidentais e outros objectos avulsos de reduzidas dimensões, recolhidos nos salvados de autores consagrados, esquecidos e imprevistos.
de minimis 001 - Uma Excursão ao Soajo, de Francisco Martins Sarmento e José Leite de Vasconcelos.

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